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Anunciar no ‘BBB’ vale a pena? Marcas refletem investimentos no reality show após queda na audiência


Foto: Globo/Paulo Belote
Foto: Globo/Paulo Belote

Apesar de redução no público espectador, anunciantes apontam ganhos de relevância de marca e até crescimento no número de vendas de produtos expostos no reality show


Confira trecho da entrevista com Eduardo Tomiya, CEO da TM20 Branding, para Wesley Gonsalves, O Estado de S.Paulo


Não é segredo que a audiência do Big Brother Brasil em 2023 acabou ficando aquém do esperado pelos anunciantes que desembolsaram uma nota no programa. Contudo, marcas estreantes e tradicionais patrocinadores como Mercado Livre, Seara, Chevrolet e Pague Menos avaliaram a participação no reality show da Globo como “positiva” e propensa a uma renovação de contrato em 2024.

Vale relembrar que este ano, a Globo elevou em até 32% os seus pacotes de patrocínio para o programa, conforme adiantou o Estadão, podendo custar até R$ 105 milhões. Porém, mesmo subindo os preços acima da inflação para 2022, a empresa viu uma corrida de marcas interessadas em participar da atração. O interesse foi tamanho que diante do escândalo do rombo bilionário na Americanas, ainda na madrugada, a varejista foi substituída pelo Mercado Livre, que arrematou uma das cotas mais caras do programa, às vésperas da sua estreia.

Gigante do e-commerce chegou à 'casa mais vigiada do Brasíl' após a rival Americanas desistir da maior cota de patrocínio do programa. Foto: Divulgação
Gigante do e-commerce chegou à 'casa mais vigiada do Brasíl' após a rival Americanas desistir da maior cota de patrocínio do programa. Foto: Divulgação

Fontes do mercado publicitário ouvidas pelo Estadão avaliam que um dos principais motivos para a “força” do “BBB” - mesmo em situação de queda de audiência - é a diferença de público e engajamento em comparação com programas de emissoras concorrentes. A título de comparação, segundo dados do Ibope, no seu episódio final, A Fazenda, da Record, alcançou 9,5 pontos de audiência, metade do resultado do último dia de confinamento do Big Brother Brasil. “Mesmo a audiência tendo caído, ainda é uma grande audiência”, afirma um alto executivo do setor.


Na avaliação de Lilian Carvalho, especialista em Marketing da FGV, ainda que em queda, a relevância do programa ocorre em múltiplas plataformas, o que garante a sua rentabilidade aos anunciantes. Ela destaca que, há hoje, poucos eventos no calendário da TV brasileira que se comparam ao BBB em questões de abrangência e relevância. “As pessoas não têm só a TV, ou streaming para se entreter. Tem redes sociais, jogos, e a atenção fica dividida. Não é só um formato”, afirma a especialista.


Para Eduardo Tomiya, da TM20 Branding, o desempenho fraco deste ano pode ser uma carta na manga dos anunciantes na hora de negociar um futuro contrato para a próxima edição, que terão os dados sobre a queda no público como um fator para discutir a tabela de preços. De todo modo, assim como a especialista a FGV, Tomiya ainda vê o programa como uma boa forma de expor as marcas aos consumidores, dado a relevância do reality show. “A forma como a Globo coloca as marcas em exposição na competição é algo muito bacana”, avalia.


Fonte: O Estado de S.Paulo


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