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A força do varejo vintage

Depois de o Mappin retornar exclusivamente como e-commerce, a veterana Mesbla também volta à ativa no mundo digital. Entenda o renascimento de marcas que fizeram sucesso do passado — mas estavam falidas havia mais de duas décadas.


Crédito: Fotomontagem: Istock e Divulgação
Lara Sant’Anna, IstoÉ Dinheiro - Crédito: Fotomontagem: Istock e Divulgação

Confira trecho da entrevista com Eduardo Tomiya, CEO da TM20 Branding, para Lara Sant'Anna, IstoÉ Dinheiro.


A virada do milênio foi dramática para uma ala tradicional do varejo brasileiro. Duas das marcas de maior longevidade do setor saíram do mercado antes da chegada do ano 2000. No dia 29 de julho de 1999, a rede de lojas Mappin encerrou as atividades, iniciadas na capital paulista em 1913. A Mesbla, filial da gigante varejista criada na França e que chegou ao Brasil em 1912, também teve a falência decretada em 1999. Passados 23 anos, ambas estão de volta. Sem abrir lojas físicas, a aposta dos atuais donos das duas marcas é no comércio eletrônico. E, claro, na nostalgia ligada à experiência de comprar em grandes magazines quando eles ainda tinham um certo glamour, algo que se perdeu no tempo.


Para o CEO da TM20 branding, Eduardo Tomiya, tradição por si só não ganha o jogo. “A marca é um residual de experiências. É preciso associar a tradição com uma proposta de valor clara.”


Fonte: IstoÉ Dinheiro


Link para a matéria completa: istoedinheiro.com.br/a-forca-do-varejo-vintage

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